Rita Cadillac relembra fantasia colada no carnaval de 1990
Rita Cadillac relembra fantasia colada no carnaval de 1990 – A eterna “Tigreza” das boates brasileiras revelou, em entrevista recente, o sufoco que passou quando sua fantasia de carnaval ficou presa à pele depois de ser ajustada com cola instantânea.
A dançarina, hoje com 71 anos, contou que, para impedir que a peça escorregasse, um figurinista recorreu ao popular “superbonder”. O improviso funcionou durante o desfile, mas retirá-la depois virou um desafio doloroso.
Improviso que virou perrengue
Segundo Rita, o episódio ocorreu na década de 1990, quando ela era destaque em um bloco paulista. Para garantir que o top de plumas não caísse, o profissional aplicou a cola diretamente sobre a pele.
“Na hora, deu certo; depois, descobri que tirar aquilo doía mais que depilação”, lembrou a artista, que precisou de óleo mineral e paciência para remover o tecido.
Por que fantasias causam acidentes
Especialistas em figurino explicam que o tempo curto de confecção e a necessidade de leveza levam aderecistas a soluções de risco, como grampos metálicos ou adesivos potentes. Dados do Ministério do Turismo indicam que, só em 2024, mais de 155 milhões de foliões participaram de festas no País, elevando a pressão por figurinos rápidos e resistentes.
Para evitar problemas, dermatologistas recomendam testar qualquer cola na roupa, nunca na pele, e optar por fitas de silicone hipoalergênicas. Após o desfile, o ideal é remover a fantasia com água morna e sabonete neutro.

Carreira segue ativa após cinco décadas
Com 52 anos de mídia, Rita Cadillac soma cerca de 500 participações em programas de TV, filmes e shows. Ela prepara novo projeto musical e declara que, apesar do perrengue, o carnaval continua sendo uma de suas paixões.
No relato, a artista reforçou o alerta: “Vale tudo pela beleza, mas segurança vem primeiro”. Para mais curiosidades do mundo pop, acompanhe nossa editoria de Cultura e Entretenimento.
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