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segunda-feira, fevereiro 23, 2026

Reynaldo Gianecchini relembra câncer e busca por terapia

Reynaldo Gianecchini relembra câncer e busca por terapia

Reynaldo Gianecchini relembra câncer e busca por terapia – Em entrevista recente, o ator de 53 anos contou que o linfoma não Hodgkin, descoberto em 2011, o fez iniciar sessões de psicoterapia para compreender melhor a própria história de vida.

Segundo ele, a proximidade com a morte despertou o desejo de saber “quem sou eu”, reforçando, uma década depois, a percepção de que saúde mental é parte essencial do tratamento oncológico.

Diagnóstico redefiniu prioridades do ator

Gianecchini relatou que, antes da doença, considerava a terapia “importante, mas adiada”. O choque do diagnóstico o levou a procurar ajuda especializada e a mergulhar em reflexões sobre infância, carreira e relacionamentos.

O ator lembra ter pensado: “Se estou para morrer, quero me entender”. Durante o tratamento, passou a participar de grupos de apoio e manteve acompanhamento psicológico mesmo após a cura clínica.

Importância do apoio emocional no câncer

Especialistas destacam que o manejo de efeitos colaterais, ansiedade e medo de recidiva exige suporte multidisciplinar. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) mostram que até 30% dos pacientes oncológicos desenvolvem sintomas de depressão.

A Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia acrescenta que a adesão ao tratamento aumenta quando o paciente recebe acompanhamento psicológico, fator que também reduz taxas de abandono de quimioterapia.

Linfoma não Hodgkin: o que é e como identificar

O linfoma não Hodgkin é um câncer que se origina nos linfócitos, células de defesa do organismo. Entre os sinais de alerta estão gânglios inchados, febre persistente e perda de peso inexplicável.

Segundo o INCA, a estimativa é de 13 780 novos casos por ano no Brasil no triênio 2023-2025. O prognóstico varia conforme subtipo e estágio, mas as taxas de cura chegam a 70% quando o diagnóstico é precoce.

No relato de Gianecchini, o tratamento incluiu quimioterapia, transplante autólogo de medula óssea e acompanhamento médico regular, demonstrando a importância de protocolos individualizados.

Para quem enfrenta situação semelhante, especialistas recomendam busca imediata por atendimento médico diante de sintomas suspeitos e o fortalecimento de redes de apoio, familiares e profissionais.

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Crédito da imagem: Divulgação

Ana Catarina
Ana Catarina
Sou jornalista independente, dedicada à apuração rigorosa e à produção de conteúdos informativos de qualidade. Busco levar notícias relevantes com linguagem clara, responsabilidade e compromisso com a verdade.
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