Política externa brasileira avança e amplia influência mundial
Política externa brasileira avança e amplia influência mundial – Nos últimos três anos, o Brasil reposicionou sua diplomacia, reconquistando espaço em fóruns multilaterais e assumindo protagonismo em temas como combate à fome, ação climática e reforma da governança global.
O esforço é conduzido pelo terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que priorizou a reconstrução de pontes diplomáticas e o fortalecimento do diálogo Sul-Sul.
Reaproximação com organismos internacionais
Desde 2023, o país voltou a ocupar cargos de destaque em instâncias como G20, BRICS e Conselho de Segurança da ONU, defendendo a inclusão de novos membros e a revisão de critérios de representação.
Na agenda social, o Brasil endossou a Aliança Global para a Erradicação da Fome, iniciativa apoiada pela chancelaria brasileira e por agências da ONU, reforçando metas para reduzir a insegurança alimentar até 2030.
Pauta climática e liderança do Sul Global
O governo também passou a liderar coalizões pela preservação de florestas tropicais e firmou acordos para financiar a transição energética de países em desenvolvimento.
O anúncio, feito na COP28, incluiu metas de zerar o desmatamento na Amazônia até 2030 e ampliar em 50% a participação de fontes renováveis na matriz nacional.
Reforma da governança internacional
Outro eixo foi a defesa de mudanças em instituições como Banco Mundial e Fundo Monetário Internacional, a fim de garantir maior voz às economias emergentes.
Esse posicionamento atraiu apoios de nações africanas e asiáticas, fortalecendo a imagem do Brasil como articulador do chamado Sul Global.

Impacto econômico e projeções
De acordo com dados do Banco Central, a percepção de estabilidade política elevou o Investimento Estrangeiro Direto para US$ 75 bilhões em 2023, incremento de 13% sobre o ano anterior.
Especialistas em comércio exterior apontam que a diversificação de parceiros pode elevar as exportações brasileiras em até 8% ao ano, especialmente nos setores de agronegócio e energia limpa.
Com as negociações em curso, a expectativa é de que o Brasil mantenha a estratégia de diplomacia multilateral, consolidando-se como referência na articulação de agendas sociais e ambientais.
No encerramento de 2024, o Itamaraty informou que novas viagens oficiais estão previstas para fortalecer alianças e preparar o país para sediar a Cúpula do G20 em 2025.
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Crédito da imagem: Divulgação