CNN Brasil lidera audiência no YouTube durante ataque à Venezuela
CNN Brasil lidera audiência no YouTube na cobertura do ataque dos Estados Unidos à Venezuela, assumindo o primeiro lugar entre os canais de hard news na plataforma de vídeo.
A virada ocorreu no momento em que o então presidente norte-americano Donald Trump iniciou coletiva às 13h47, atraindo picos de espectadores simultâneos e superando as concorrentes GloboNews, Jovem Pan News e BandNews TV.
Números da transmissão ao vivo
De acordo com dados públicos do YouTube e estimativas da Kantar Ibope Media, o canal cravou mais de 230 mil visualizações simultâneas no auge da transmissão. A GloboNews registrou cerca de 175 mil, enquanto a Jovem Pan News atingiu 120 mil.
No acumulado das primeiras duas horas, a CNN Brasil somou 1,4 milhão de visualizações, 28% acima da segunda colocada. O volume elevou a taxa média de retenção do canal para 12 minutos, indicador considerado alto em coberturas ao vivo.
Fatores que impulsionaram a audiência
Analistas de mercado apontam três motivos principais para a liderança: notificação em tempo real pelo aplicativo, thumbnail exclusivo com mapa de conflito e presença de correspondentes em Washington.
Além disso, o algoritmo do YouTube favorece transmissões com alta interação. Somente na primeira hora, o chat do canal somou 65 mil mensagens, sinalizando engajamento anormalmente elevado.
Comparativo histórico e contexto
Esta foi a terceira vez que a CNN Brasil liderou coberturas internacionais no YouTube. Em abril e em agosto do mesmo ano, o canal também ficou no topo durante crises no Oriente Médio.

Segundo o Relatório Comscore 2023 sobre notícias digitais, lives de hard news já correspondem a 37% do consumo de vídeo em tempo real no Brasil, tendência que explica a acirrada disputa entre emissoras.
Com o desempenho, especialistas acreditam que a CNN Brasil deve reforçar investimentos em transmissões simultâneas para consolidar a vantagem conquistada neste episódio.
No fechamento da cobertura, o canal manteve a liderança até as 17h, quando passou a exibir análise especial com especialistas em política externa.
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Crédito da imagem: Divulgação