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domingo, fevereiro 22, 2026

Minha Casa Minha Vida: 1.276 moradias entregues no RS

Minha Casa Minha Vida: 1.276 moradias entregues no RS

Minha Casa Minha Vida: 1.276 moradias entregues no RS – Em cerimônia realizada em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou 1.276 unidades habitacionais do Empreendimento Junção, financiadas com R$ 123,6 milhões do Fundo de Desenvolvimento Social e contrapartida do governo estadual.

As chaves foram repassadas a famílias de baixa renda que agora deixarão o aluguel ou áreas de risco para ocupar casas e apartamentos erguidos em região com transporte público, escolas e postos de saúde próximos.

Empreendimento reúne seis conjuntos habitacionais

O complexo Junção reúne os loteamentos Cootrahab I e II, além dos residenciais Cooparroio, Cooperlar, Coopernova e Uniperffil. Ao todo, 5.104 pessoas serão beneficiadas pela modalidade Entidades, destinada a famílias com renda de até R$ 2.850.

Nessa modalidade, cooperativas sem fins lucrativos participam desde o projeto até o pós-entrega, oferecendo cursos de gestão condominial e manutenção. Durante o discurso, Lula elogiou o padrão das construções, que em alguns casos incluem elevador e varanda com churrasqueira.

Meta de 3 milhões de contratos até 2026

O governo federal planeja assinar 3 milhões de novos contratos do Minha Casa Minha Vida até dezembro de 2026. A estimativa considera o déficit habitacional brasileiro, que supera 5,8 milhões de domicílios, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para acelerar as contratações, o Ministério das Cidades tem priorizado terrenos próximos a infraestrutura urbana já existente, reduzindo custos com transporte e serviços públicos, além de diminuir o tempo de deslocamento dos futuros moradores.

Geração de emprego e impacto local

Obras de habitação popular impulsionam a economia regional: cada 1.000 unidades geram, em média, 1.800 postos de trabalho diretos e indiretos na construção civil, de acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção.

Em Rio Grande, comerciantes da vizinhança esperam aumento de demanda por bens e serviços, enquanto a prefeitura prevê arrecadação extra com o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) a partir dos novos imóveis.

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Crédito da imagem: Divulgação / PR

Vinicius Balbino
Vinicius Balbinohttps://pernambucoconectado.com.br
Sou jornalista independente, dedicado a produzir informações claras, precisas e relevantes, sempre com olhar crítico e compromisso profissional com a verdade.
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