Regininha Poltergeist retoma venda de empadas em Copacabana
Regininha Poltergeist retoma venda de empadas em Copacabana – Conhecida como símbolo de sensualidade nos anos 1990, a modelo e bailarina carioca voltou a trabalhar nas ruas do Rio de Janeiro comercializando empadas artesanais, iniciativa que já havia adotado em 2019.
A empreitada acontece na orla de Copacabana, na Zona Sul, onde Regininha oferece sabores tradicionais como frango, camarão e queijo por preços que variam entre R$ 8 e R$ 12. Segundo ela, a produção é feita em casa, com apoio de familiares, e as vendas se concentram principalmente nos fins de semana.
Da fama televisiva ao microempreendedorismo de rua
A artista ganhou notoriedade ao estrelar programas de humor da televisão brasileira e capas de revistas, mas, nos últimos anos, alternou participações em produções independentes com trabalhos fora do show business. A decisão de voltar às empadas, afirma Regininha, surgiu para garantir renda estável em meio à volatilidade do mercado artístico.
O movimento acompanha a tendência de microempreendedorismo informal que, de acordo com dados do IBGE, já representa mais de 38% da população ocupada no país. Para muitos trabalhadores, vender alimentos prontos é porta de entrada por exigir baixo investimento inicial e retorno rápido.
Receita, logística e expectativa de crescimento
Regininha afirmou que utiliza ingredientes frescos e prioriza temperos caseiros, diferencial que, segundo ela, fideliza clientes antigos e atrai turistas curiosos. A logística inclui transporte térmico para manter as empadas aquecidas durante o percurso até o calçadão.
Mesmo com a boa receptividade, a modelo não descarta voltar à televisão ou ao teatro. “A arte continua em mim; as empadas são um projeto paralelo que sustenta meus planos”, disse. Ela também planeja registrar a marca e estudar a abertura de ponto fixo no futuro.

Enquanto a nova fase se consolida, Regininha celebra a oportunidade de contato direto com o público, agora de um jeito bem diferente dos palcos que marcaram a década de 1990.
No universo da cultura pop, trajetórias de reinvenção são cada vez mais comuns. Para acompanhar outras histórias semelhantes, acesse nossa editoria de Pop.
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