Inundação em navio de cruzeiro força evacuação de cabines
Inundação em navio de cruzeiro força evacuação de cabines – Passageiros de um roteiro da MSC Cruzeiros, com escalas em Santos, Búzios, Maceió e Salvador, precisaram deixar suas cabines na manhã de 12 de janeiro após um vazamento de água atingir a embarcação.
O incidente ocorreu enquanto o navio navegava pelo litoral brasileiro, antes da atracação em Maceió. Apesar do susto, não houve feridos.
O que provocou o vazamento
De acordo com nota da companhia, o rompimento aconteceu em uma tubulação integrada ao sistema de segurança contra incêndios. Já a Capitania dos Portos de Alagoas apontou que a falha estava ligada à rede de circulação de água da piscina, fora do circuito de combate a incêndio.
Com a ruptura, corredores e parte das cabines foram alagados. Equipes técnicas atuaram na contenção e, segundo a armadora, a limpeza foi concluída em poucas horas. Informações sobre procedimentos de segurança marítima podem ser consultadas no site da Marinha do Brasil.
Fiscalização da Marinha e garantia de segurança
Inspetores navais examinaram a embarcação assim que ela atracou no porto de Maceió. O relatório constatou que o reparo já havia sido realizado e que o incidente não representou risco à navegação, ao meio ambiente ou à vida humana no mar.
A MSC reforçou que todos os hóspedes receberam assistência e acomodação alternativa quando necessário, além de suporte para eventuais danos a pertences pessoais.
Setor de cruzeiros em alta e direitos do passageiro
Dados da Clia Brasil indicam que a temporada 2025/2026 deve movimentar mais de 800 mil viajantes em rotas nacionais, um crescimento de 34% sobre o período anterior. Em caso de problemas técnicos, o Código de Defesa do Consumidor garante reembolso proporcional ou compensação pela experiência perdida.

Especialistas recomendam que o passageiro registre fotos dos danos e procure o balcão de atendimento a bordo para formalizar a reclamação, preservando comprovantes de gastos emergenciais.
No Brasil, intercorrências marítimas devem ser comunicadas à Capitania dos Portos local, que pode instaurar inquérito administrativo para apurar responsabilidades.
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Crédito da imagem: Divulgação