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sexta-feira, fevereiro 20, 2026

Morte de filho de Chimamanda Ngozi gera suspeita de negligência

Morte de filho de Chimamanda Ngozi gera suspeita de negligência

Morte de filho de Chimamanda Ngozi gera suspeita de negligência – A família da premiada escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie afirma que o Hospital Euracare, em Lagos, falhou em prestar atendimento adequado ao menino, que teria pouco mais de um ano de idade.

Segundo parentes, a criança morreu após complicações respiratórias que, na visão deles, poderiam ter sido evitadas se protocolos de emergência tivessem sido seguidos corretamente.

O que a família alega sobre o atendimento

Em nota divulgada à imprensa local, os familiares relatam atraso para a realização de exames críticos, falta de monitor cardíaco disponível na unidade pediátrica e demora na transferência para a UTI.

A defesa cita ainda que não havia pediatra de plantão no momento da piora do quadro clínico. Documentos apresentados pelos advogados incluem prontuários e registros de conversa entre médicos e enfermeiros.

Resposta do hospital e próximos passos legais

O Hospital Euracare informou que abriu auditoria interna e cooperará com autoridades de saúde nigerianas. A direção sustenta que o protocolo foi seguido “dentro das melhores práticas” e que os profissionais envolvidos serão ouvidos.

No país, casos de possível erro médico são analisados pelo Medical and Dental Council of Nigeria. Se confirmada a negligência, os responsáveis podem sofrer suspensão do registro e enfrentar processo criminal.

Segurança do paciente: o que dizem especialistas

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), falhas de comunicação e insuficiência de recursos estão entre os principais fatores que elevam o risco de eventos adversos em hospitais.

Boas práticas incluem equipe especializada 24 horas, checagem dupla de exames e monitoramento contínuo de sinais vitais — medidas que, segundo a família Adichie, não estavam plenamente disponíveis na data do atendimento.

Até a conclusão das investigações, a escritora permanece reclusa e não fará comentários públicos; representantes pedem respeito à privacidade da família neste momento.

Para acompanhar outras notícias internacionais e análises sobre saúde e direitos do paciente, visite nossa editoria de Mundo.


Crédito da imagem: Divulgação

Ana Catarina
Ana Catarina
Sou jornalista independente, dedicada à apuração rigorosa e à produção de conteúdos informativos de qualidade. Busco levar notícias relevantes com linguagem clara, responsabilidade e compromisso com a verdade.
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