Morte de bailarino do Dança dos Famosos acende alerta
Morte de bailarino do Dança dos Famosos acende alerta – No último sábado (10 de fevereiro), a atriz Mariana Xavier usou suas redes sociais para lamentar a morte de Bruno Moritz, coreógrafo que integrou o quadro Dança dos Famosos, do Domingão com Huck. A artista manifestou solidariedade à família e aproveitou para fazer um apelo pela atenção à saúde mental.
Segundo amigos próximos, Bruno, de 37 anos, foi encontrado sem vida em seu apartamento no Rio de Janeiro. A causa não foi oficialmente divulgada, mas colegas destacam que o bailarino vinha demonstrando sinais de depressão.
Repercussão entre artistas e fãs
Na publicação, Mariana Xavier ressaltou que “sorriso e talento muitas vezes mascaram sofrimento” e incentivou quem enfrenta dificuldades emocionais a procurar ajuda profissional. Em poucas horas, o post somou milhares de comentários de fãs, bailarinos e celebridades, destacando o legado de Bruno nos bastidores da TV Globo.
Participante da equipe que treinou nomes como Paolla Oliveira e Viviane Araújo, o coreógrafo era conhecido pelo estilo vibrante e pela dedicação aos alunos. Colegas relatam que seu último trabalho em estúdios de gravação ocorreu no fim de 2023.
Saúde mental em foco
No Brasil, estimativas do Ministério da Saúde indicam que ao menos uma em cada cinco pessoas apresentará algum transtorno mental ao longo da vida. Em 2022, as tentativas de suicídio registradas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação cresceram 11 % em relação a 2021, reforçando a necessidade de políticas públicas e apoio comunitário.
Canais gratuitos como o Centro de Valorização da Vida (CVV) oferecem atendimento 24 horas pelo telefone 188 e chat. Informações adicionais e orientações estão disponíveis no site oficial do Ministério da Saúde sobre prevenção ao suicídio, que pode ser acessado neste link.

Se você ou alguém que conhece apresenta sinais de depressão, procure psicólogos, psiquiatras ou serviços da rede pública. Conversar com amigos, familiares e manter um acompanhamento profissional são passos fundamentais para evitar agravamentos.
No universo artístico, iniciativas de apoio psicológico coletivo vêm ganhando força. A Globo, por exemplo, mantém programas internos de acolhimento para elenco e equipe técnica, estimulando a cultura do cuidado emocional.
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