Linfoma de Hodgkin: sintomas, causas e tratamentos
Linfoma de Hodgkin – O câncer que vitimou a influenciadora Isabel Veloso, de 19 anos, chamou atenção para uma doença rara, mas tratável, que atinge o sistema linfático.
De acordo com especialistas, identificar os sinais precocemente aumenta as chances de cura, que chegam a 90% em casos iniciais.
O que é e como surge
O linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que tem origem nos linfócitos, células responsáveis pela defesa do organismo.
A presença de células de Reed-Sternberg no exame histopatológico é a marca registrada da enfermidade, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA).
Sintomas mais comuns
Os principais sinais incluem aumento indolor dos gânglios no pescoço, axilas ou virilha, sudorese noturna, febre persistente e perda de peso sem causa aparente.
Pode haver ainda coceira na pele e fadiga constante, sintomas que muitas vezes são confundidos com infecções simples.
Fatores de risco e incidência
Embora a causa seja desconhecida, estudos indicam predisposição em pessoas de 15 a 35 anos ou acima dos 55, além de histórico familiar e infecção prévia pelo vírus Epstein-Barr.
Estimativas do INCA apontam cerca de 3,4 mil novos casos anuais no Brasil, o que classifica o linfoma de Hodgkin como um câncer relativamente raro.

Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico é confirmado por biópsia do linfonodo suspeito, complementada por exames de imagem como tomografia e PET-CT.
Quimioterapia combinada ou quimio associada à radioterapia é o padrão terapêutico. Em casos refratários, o transplante de medula óssea pode ser indicado.
Avanços recentes incluem anticorpos monoclonais que aumentam a sobrevida em pacientes com doença avançada.
Embora a morte de Isabel Veloso tenha repercutido nas redes sociais, especialistas reforçam que o linfoma de Hodgkin tem altas taxas de cura quando tratado no estágio inicial. Para mais conteúdos informativos, visite a página principal do Pernambuco Conectado.
Crédito da imagem: Divulgação