Justiça nega prisão domiciliar dos canibais de Garanhuns
Justiça nega prisão domiciliar dos canibais de Garanhuns – A Justiça de Pernambuco negou o pedido de prisão domiciliar de Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, de 64 anos, condenado no caso dos chamados “canibais de Garanhuns”, na última segunda-feira (23).
A decisão foi proferida pelo juiz Evandro de Melo Cabral, que manteve a custódia do réu no regime atual.
Decisão judicial
O pedido de prisão domiciliar foi apresentado pelo próprio réu e analisado pela Vara responsável, que concluiu pela improcedência do pleito.
Decisões desse tipo costumam considerar fatores como risco à ordem pública, gravidade do crime e condições pessoais do condenado. Relatórios nacionais sobre violência, como dados do Atlas da Violência (IPEA), mostram o impacto desses crimes na avaliação das medidas judiciais.
Contexto e desdobramentos
Jorge Beltrão integra o grupo conhecido pela imprensa como “canibais de Garanhuns”, caso que teve ampla repercussão regional e nacional.
Com a negativa, o cumprimento da pena seguirá nas instalações onde o condenado se encontra, até nova decisão judicial ou recurso cabível.
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Crédito da imagem: Divulgação