Ameaça de bomba em voo para Noronha pousa no Recife
Ameaça de bomba em voo para Noronha pousa no Recife – O voo G3 1774, da Gol Linhas Aéreas, precisou fazer um pouso no Aeroporto do Recife às 13h44 (Brasília UTC-3) na sexta-feira (6 de março) após comunicado sobre possível artefato explosivo a bordo.
Equipes de emergência e a Polícia Federal inspecionaram a aeronave, bagagens e passageiros e, segundo a corporação, não foi identificado risco ou irregularidade.
Como ocorreu
Imagens gravadas por passageiros mostram policiais embarcando e revistando o avião, além de bombeiros e um cão farejador no terminal.
Uma das passageiras, a manicure Maiara Rodrigues, relatou que a suspeita surgiu após o comportamento inquieto de um passageiro: “Esse cara estava muito inquieto, ele ia de um lado para o outro. O amigo dele estava sentado do nosso lado e a comunicação deles estava muito agitada. Eu passei mal, fui parar no pronto-socorro, porque você vem, se programa, e no fim dá tudo errado, você não sabe o que está acontecendo”.
O dentista Fernando Brito, que faria aniversário no sábado (7), disse ter visto o homem durante a conexão em Guarulhos: “Amanhã é o meu aniversário, eu estaria indo para Noronha, mas não sei se eu vou conseguir chegar lá”.
Investigação e contexto
A Polícia Federal informou que, “em razão do comunicado, o voo foi imediatamente desviado para o Aeroporto Internacional do Recife, onde foram adotados os protocolos de segurança previstos para esse tipo de ocorrência. Após análise preliminar, concluiu-se que não havia indicativos de risco efetivo à operação aérea”. Para mais informações sobre procedimentos de segurança e atuação da Polícia Federal, consulte a página oficial da Polícia Federal.
A Gol afirmou que “todos protocolos exigidos foram seguidos, com acionamento das equipes de emergência e a Polícia Federal para acompanhamento do desembarque”, e que prestou suporte aos passageiros após a liberação da aeronave. A Aena, administradora do aeroporto, disse que a aterrissagem não programada transcorreu normalmente.
Em casos semelhantes, especialistas recomendam seguir as instruções da tripulação, notificar com discrição comportamentos suspeitos e evitar manipular objetos desconhecidos até a chegada das autoridades competentes.
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Crédito da imagem: Divulgação