Abismo no banco: Chelsea triplica uso de reservas na Europa
Um levantamento do BeSoccer Pro expôs um abismo no banco de reservas da elite do futebol: o Chelsea lidera o uso de suplentes, com 2.581 minutos em campo nesta temporada, enquanto o Lyon soma apenas 981 minutos. O estudo, que analisou as cinco grandes ligas da Europa, mostra como a gestão de elenco impacta diretamente o desempenho e a longevidade competitiva dos clubes.
Segundo o BeSoccer Pro, o banco de reservas londrino funciona como uma extensão do time titular. Jogadores como Pedro Neto, João Pedro e Estevão entram com frequência, garantindo rotação sem queda técnica. Já o Lyon sofre com desmanches recentes e lesões, o que explica o uso tímido de seu banco de reservas. A baixa minutagem dos suplentes franceses é a menor de toda a Europa, ficando atrás de Crystal Palace, Everton e RB Leipzig.
Impacto esportivo e financeiro do banco de reservas
Para analistas ouvidos pelo BeSoccer Pro, investir em um banco de reservas profundo reduz riscos de lesões, distribui a carga física e eleva a competitividade interna. No caso do Chelsea, o alto giro de peças significa maior valorização de ativos e flexibilidade tática. Já o Lyon, com poucos minutos de seus reservas, perde potencial de mercado e vê seu rendimento cair nas fases decisivas. A diferença de 1.600 minutos ilustra como o banco de reservas pode ser um patrimônio ou um passivo para as finanças.
Rotatividade na Europa e reflexos no Brasil
A pesquisa também aponta que o Nice utilizou 34 atletas, recorde na Europa, enquanto o Everton recorreu a apenas 21. A tendência reforça que, em calendários cada vez mais apertados, o banco de reservas é peça-chave. Especialistas lembram que clubes pernambucanos, como Sport e Náutico, já adotam rodízio semelhante para enfrentar maratonas regionais e nacionais, espelhando a lógica europeia.
Próximos passos para reduzir o abismo
O BeSoccer Pro recomenda que instituições com baixo uso de banco de reservas, caso do Lyon, priorizem contratações que aumentem a profundidade do elenco e acelerem a integração de jovens da base. A entidade alerta que, sem essa mudança, o gap com gigantes como o Chelsea tendem a crescer. Nos próximos meses, a expectativa é de que o mercado de verão europeu reflita esses dados, impulsionando contratações que fortaleçam o banco de reservas e equilibrem a competitividade na Europa.
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