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domingo, fevereiro 22, 2026

Giovanna Lancellotti conta como se integrou à Beija-Flor

Giovanna Lancellotti conta como se integrou à Beija-Flor

Giovanna Lancellotti conta como se integrou à Beija-Flor – A atriz paulista, conhecida por papéis em novelas globais, revelou detalhes sobre o caminho que percorreu para ganhar a confiança da comunidade da Beija-Flor de Nilópolis, escola pela qual desfilará no próximo Carnaval.

Segundo Giovanna, o segredo foi “romper o pedestal” e participar do dia a dia dos componentes, frequentando ensaios de rua, quadra, feijoadas e ações sociais do barracão.

Da televisão para a Sapucaí

Apesar de ter chegado à marca de 13 milhões de seguidores nas redes, Giovanna afirma que nunca buscou o título de musa de bateria, posição tradicionalmente almejada por celebridades. Sua intenção, conta, foi “viver a escola desde dentro” e entender o enredo que a agremiação levará à Avenida.

Fundada em 1948, a Beija-Flor possui 13 títulos do Grupo Especial e estima reunir cerca de 3,8 mil componentes em cada desfile, de acordo com a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa).

Conquista da comunidade e preparação

Para se aproximar dos integrantes, Giovanna participou de oficinas de percussão e workshops de história do samba promovidos na quadra. Ela destaca que “saber ouvir” foi determinante para quebrar a distância entre artista e comunidade.

Nos ensaios mais recentes, a atriz passou a desfilar no segundo setor do enredo, posição que exige cerca de quatro horas consecutivas de concentração e resistência física até o fim da passagem pela Marquês de Sapucaí.

Giovanna também contratou um personal trainer para intensificar os treinos de cardio e resistência muscular, rotina que se soma a sessões de fisioterapia preventiva para evitar lesões comuns a quem enfrenta a maratona carnavalesca.

Representatividade além da passarela

Fora dos holofotes, a artista apoia projetos sociais mantidos pela escola em Nilópolis, como aulas de dança para crianças e cursos de capacitação de costureiras. A participação, diz, foi fundamental para que moradores a vissem “como parte da família Beija-Flor, não apenas como famosa”.

Embora o desfile ainda esteja a alguns meses, Giovanna confessa sentir o “frio na barriga” típico de estreantes. “O trabalho coletivo do samba é maior do que qualquer status individual”, conclui.

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Crédito da imagem: Divulgação

Vinicius Balbino
Vinicius Balbinohttps://pernambucoconectado.com.br
Sou jornalista independente, dedicado a produzir informações claras, precisas e relevantes, sempre com olhar crítico e compromisso profissional com a verdade.
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